segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Map My Run - Dezembro 2013
Que vergonha! Já estamos em Fevereiro e eu ainda não escrevi nada sobre o mês de Dezembro passado. Mas como é possível ver, foi um mês que treinei pouco principalmente devido às férias. Isso sem falar que após o retorno das férias a gente fica um caco, sem o menor ritmo de treino.
Em Dezembro foram 54,71km de corrida, 25,65km de bicicleta e 2,6km de natação, totalizando 82,96km. Ao todo, ao longo do ano, foram 1.142,96km de corrida, 128,19km de bicicleta e 8,2km de natação. Na verdade deve ter sido um pouco mais do que isso, visto que só comecei a registrar os treinos de bicicleta e natação a partir do mês de agosto.
Além disso, dia 1 de dezembro não tive treino, mas sim prova oficial: Maratona de Revezamento da Ayrton Senna Racing Day. Ainda estou devendo um post sobre esta corrida.
Para 2014 eu espero correr menos, mas nadar e pedalar mais. Em primeiro lugar pois devo registrar treinos dos demais esportes ao longo do ano todo. E em segundo lugar pois este ano tive um foco muito grande na Maratona do Rio em julho. Para 2014 imagino que não irei participar de nenhuma maratona.
Em breve devo colocar aqui o post com os treinos de Janeiro de 2014.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Map My Run - Novembro 2013
Novembro foi um mês bem bacana. Consegui nadar bastante na primeira metade do mês, quando não choveu muito nem fez frio. Andei um pouco de bike também, tendo inclusive feito um treino de transição no feriado do dia 15. Foram 500m de natação e 5.2k de bike logo na sequência. Ok, distâncias muito curtas, mas o importante foi ter conseguido fazer uma boa transição.
Os treinos de corrida das quintas-feiras foram todos de tiros. Coloquei a distância aproximada corrida, considerando que foram tiros de 400m alternados com caminhadas de 200m, e incluindo também na conta 1km de aquecimento e 1km de "cool down". E o mais legal dos treinos é que eles foram focados e na companhia de amigos que iam participar comigo do último desafio do ano, a maratona de revezamento Ayrton Senna Racing Day.
Justamente pela distância de cada um ser de 5.25km nessa corrida, foquei os treinos de corrida nessa distância mais para o final do mês. Acabei com isso abrindo um pouco mão também dos treinos de bike e natação, mas devo retomá-los logo agora em dezembro.
Ao todo foram 62,29 km de corrida, 29,36km de bike e 2,6km de natação. Nada mal para quem ainda está começando.
Os treinos de corrida das quintas-feiras foram todos de tiros. Coloquei a distância aproximada corrida, considerando que foram tiros de 400m alternados com caminhadas de 200m, e incluindo também na conta 1km de aquecimento e 1km de "cool down". E o mais legal dos treinos é que eles foram focados e na companhia de amigos que iam participar comigo do último desafio do ano, a maratona de revezamento Ayrton Senna Racing Day.
Justamente pela distância de cada um ser de 5.25km nessa corrida, foquei os treinos de corrida nessa distância mais para o final do mês. Acabei com isso abrindo um pouco mão também dos treinos de bike e natação, mas devo retomá-los logo agora em dezembro.
Ao todo foram 62,29 km de corrida, 29,36km de bike e 2,6km de natação. Nada mal para quem ainda está começando.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Map My Run - Outubro 2013
Em Outubro intensifiquei os treinos de Natação visto que começou a fazer calor. Também fiz treinos de Bike até descobrir que precisava arrumar algumas coisas na minha bike, o que levou a uma interrupção nestes treinos. Desta forma, fazendo 3 esportes diferentes, fica difícil entender o contador de quilometragem do Map My Run. Foram 102.04 km no total, divididos em 2.4 km de Natação, 36.29 km de Bike e 63.05 km de Corrida. Sim, apesar de ter mais treinos de Bike e Natação, a Corrida continua sendo meu esporte primário. E não pretendo que seja diferente.
A propósito, no dia 26 resolvi novamente fazer um treino de biathlon. Desta vez cadastrei as atividades separadamente no Map My Run de forma a deixar mais claro quanto foi feito em cada esporte. Além disso, decidi fazer só 5km de Corrida para não forçar muito e comprometer a semana seguinte. No fim das contas acabei nem treinando direito na sequência, mas devido a outros motivos. Fato é que me senti muito bem com o treino combinado.
Ainda estou vendo quando é que vou começar a encaixar treinos de Bike no meio dessa história para finalmente simular um triathlon. Quem sabe no post do mês que vem.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Map My Run - Setembro 2013
Em Setembro eu me aventurei pela primeira vez a fazer um treino de biathlon. Foi no dia 13, nesse aí que o Map My Run marcou em verde com o nome "Generic". Em um mesmo treino cadastrei dois eventos: corrida e natação. Ou melhor, natação e corrida, pois primeiro eu nadei 600m para depois calçar o tênis e correr 8.5km. A bem da verdade eu planejava correr 10km, mas cansei no meio do caminho e parei. Aliás, acho que esse treino do biathlon me deixou bastante cansado, pois na semana seguinte não tive fôlego para treinar quase nada.
Seja como for, no fim do mês ainda realizei um treino de 13km, o mais longo desde que corri a maratona. Ainda é pouco, mas como não tenho nenhuma prova grande em vista, acho que está bom.
E minha última corrida este ano será a Ayrton Senna Racing Day, no dia 01 de dezembro, no Autódromo de Interlagos. Será uma maratona de revezamento, na qual fecharei o percurso do meu octeto, percorrendo 5,25km. Preciso de treinos de velocidade agora.
Mas não descarto entrar em alguma corrida antes disso.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Map My Run - Julho e Agosto 2013
Em Julho finalmente realizei meu sonho e completei minha primeira maratona, conforme já relatei no post anterior. O problema é que o esforço foi tanto que fiquei exausto durante umas duas semanas, nas quais só consegui fazer treinos curtos. Além do mais, aproveitei os finais de semana para descansar um pouco. Mas logo já voltei a realizar 3 treinos por semana.
Em Agosto comecei a cadastrar no Map My Run também meus treinos de bicicleta e até mesmo de natação, embora esses sejam bem menos frequentes. Estou seriamente considerando a possibilidade de participar de um triathlon no ano que vem. Mas pra isso ainda é necessário muito treino. Corri menos de 80km nesses dois meses, embora tenha pedalado 50km.
A ideia nos próximos meses é continuar mantendo a corrida como esporte primário, mas procurar diversificar um pouco mais os treinos. Também pretendo participar de alguma prova de 10k ainda este ano, embora não tenha definido qual.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
42km é o tamanho do meu sonho: Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro
Já comentei por aqui que comecei a correr movido pela vontade de participar de provas como os 10km da Tribuna e a Corrida de São Silvestre (15km). Provas muito mais curtas do que uma maratona (42km). E quando me perguntavam se eu estava treinando para uma maratona, sempre respondia dizendo que era algo que estava além do meu alcance, que apenas em um sonho isso seria possível. Mas o tempo foi passando, fui correndo mais, participando de provas mais longas, de meia-maratonas, até que resolvi encarar o desafio. Veio então a apendicite e adiou meus planos em um ano. Mas tudo bem. Não esmoreci, voltei aos treinos, às corridas, e logo comecei um treinamento focado na maratona. No começo realmente parecia um sonho impossível. Mas aos poucos fui aumentando as distância, até que cheguei a correr 40km em 4h30min antes da prova, dia no qual estava certo de que conseguiria terminar. A única preocupação seria a dor de garganta que tive duas semanas antes. Mas novamente tudo bem, também tive amigdalite antes da minha primeira prova de 10km e deu tudo certo.
A prova escolhida para a estreia foi a Maratona de São Paulo, por ser a mais próxima de mim. No entanto uma inesperada mudança de data de abril para outubro acabou me fazendo desistir desta corrida. Optei então pela Maratona do Rio, a mais antiga do Brasil, disputada em meio a um feriado prolongado (para os paulistas). Aliás, não duvido que seja uma das maratonas mais bonitas do mundo, dado o percurso que atravessa as praias das Zonas Oeste e Sul da cidade do Rio de Janeiro.
Cheguei sábado, véspera da corrida, e já fui logo retirar o kit debaixo de um sol de rachar na hora do almoço. Estava realmente muito quente e eu já começava a me preocupar para a corrida. Afinal, eu havia treinado apenas em dias frios (cerca de 15°C a 20°C) enquanto a previsão para o dia seguinte era de 28°C. Após 1 hora de fila consegui meu kit. Achei muito bom. Além da camiseta oficial da prova (regata laranja), vinham também no kit: uma mochila, um boné, uma viseira, uma garrafa "squeeze", além de outros brindes dos patrocinadores. Outra coisa que gostei foi o logo da prova: um atleta cruzando a linha de chegada com os braços abertos fazendo uma alusão ao Cristo Redentor e a fita da linha de chegada rasgando e assumindo o formato do Pão-de-Açúcar. Simplesmente genial.
No dia seguinte acordei cedo para pegar o ônibus e tive todo o cuidado com a preparação. Não esqueci nada, desde o tênis com o chip da corrida, passando pela camisa predileta com o número do peito, chegando aos cardoidratos em gel (um total de 4 para esta corrida), o boné, o lanche do café-da-manhã e a passagem do ônibus. Durante a fila para pegar o ônibus pude perceber a
Veio então a tão ansiosa largada pontualmente às 7h30min da manhã na Praça do Pontal Tim Maia na praia do Recreio. Uma praia muito bonita, mas muito longe de qualquer lugar. Aliás, a urbanização do local lembrava mais um balneário turístico com seus prédios baixos e ruas estreitas do que uma cidade grande como o Rio de Janeiro. O termômetro na praça marcava 22°C no instante da largada. A ansiedade era grande e ao cruzar o pórtico de largada fiquei preocupado pois sabia que o calor seria intenso e a prova seria muito mais difícil que meus treinos mais longos. Pela primeira vez tive a sensação de que poderia não terminar uma corrida. Uma vez soada a sirene, os cerca de 6 mil atletas inscritos para a prova começaram. Sei que um de meus maiores defeitos é querer sair muito forte na largada, e com isso me desgasto muito fazendo ultrapassagens devido ao volume de gente. Ciente de que esta prova seria de tiro longo (e põe longo nisso) mantive a calma e a serenidade de me manter atrás de outros corredores e esperar a dispersão naturalmente.
Os primeiros 3 quilômetros foram disputados em ruas internas do bairro do Recreio. Chegamos a cruzar com os líderes que já voltavam por uma rua pela qual ainda estávamos indo e pude ver dois brasileiros liderando. Era um pouco abafado por essas ruas, mesmo sendo tão cedo. Felizmente, quando chegamos novamente à praia fomos refrescados pela brisa marítima que nos acompanhou a partir de então. Logo o grupo foi dispersando. Peguei água já no primeiro posto no km3 mesmo sem estar com sede, apenas para refrescar. No km5 a primeira surpresa: não tinha posto de distribuição de Gatorade (eles estariam presentes em todos os quilômetros múltiplos de 5). Consumi meu primeiro gel no posto de água do km8 e passei a barreira do km10 com 1h01min de corrida. Ainda não fazia calor, mas sempre que aparecia uma sombra devido a árvores ou aos prédios eu aproveitava. Logo veio a praia da Barra, mais com cara de Rio e com seus prédios altos. Consumi Gatorade nos 3 postos presentes (km10, 15 e 20) e o segundo gel no posto de água do km17.
Eu estava me sentindo bem. Passamos pelo pórtico da largada da meia, que também marcava a metade da nossa corrida, com 2h14min de prova. Sabia que essa era a metade do tempo que eu estava prevendo (4h30min) e que como a segunda metade da prova seria mais desgastante eu não conseguiria esse tempo. Paciência, o objetivo era apenas terminar mesmo. Logo após esse ponto a corrida saiu da Barra da Tijuca e seguiu por um túnel com uma inclinação muito forte. Iluminação praticamente nula, dava apenas para ver a luz no fim dele. Fazia muito barulho, acho que dos carros que passavam do outro lado e dos próprios corredores que resolveram gritar nessa hora. Senti falta de ar e tontura. Diminuí o ritmo e acabei caminhando pela primeira vez. Era o km23. Comecei a me preocupar pois ainda faltava muita corrida pela frente. Mas logo a parte inclinada terminou, no mesmo instante em que uma abertura se fez na lateral do túnel permitindo que se avistassem o céu e o mar azul. Lembrei do recado de um amigo maratonista dizendo que eu estava muito bem treinado e deveria aproveitar a vista desta prova porque era espetacular. E de fato, esse momento inspirador me fez recuperar o bom ritmo.
Ritmo bom que mantive na praia de São Conrado. Consumi mais um gel no km25 e peguei mais Gatorade. Eu realmente não conhecia aquela praia, mas gostei bastante dela. O Sol já se fazia forte e logo cheguei ao fim desta praia, onde começava um dos trechos mais difíceis da prova: a Avenida Niemeyer. Trata-se de uma pequena estrada ligando as praias de São Conrado e Leblon. O caminho seguia do lado da pedra, o que nos garantia uma deliciosa sombra. Mas era uma subida. Não muito íngreme, porém interminável. Não dava pra entender como era possível subir tanto. Pouco após passar pelo km28 um amigo meu me ultrapassou e perguntou se eu estava bem. Aquela subida realmente estava me cansando e meu ritmo estava mais fraco, mas eu seguia correndo. Logo na descida, ao final desta Avenida, passei por um corredor desmaiado que era acudido por outras pessoas. Agradeci por não estar no lugar dele e logo terminei a descida e cheguei ao Leblon.
Eis aqui o ponto-chave da minha corrida. Dizem que o ponto mais difícil da maratona é entre o km32 e o km36; pois é quando nosso corpo já consumiu todo o carboidrato que consegue armazenar e passa a consumir proteínas. E é nessa hora que começam a aparecer as dores. Durante meus treinos longos eu percebia que começava a "pifar" nessa faixa e sabia que é nesse momento que o psicológico fala mais alto que o físico. Aliás, que fique bem claro: a maratona é um desafio muito mais psicológico do que físico. No entanto, mesmo ciente de tudo isso, "quebrei" no km31. Devido ao forte calor (os termômetros no Leblon marcavam 30°C) e à falta de Gatorade (não vi posto de distribuição no km30) eu comecei a caminhar pois sentia dor. Muita dor. Meus órgãos internos estavam doendo. Achei que se continuasse poderia acabar desmaiando que nem o atleta que vi na subida da Niemeyer. Levei a mão ao tronco para tocar os lugares onde sentia dor. Fiz até sinal para um fotógrafo de corridas para que não registrasse aquele meu momento de sofrimento. Era ainda o km31, ou seja, faltavam 11 para terminar. Mas 11km é muito chão, não vou conseguir chegar me arrastando desse jeito. Pensei seriamente em desistir. Pegar um táxi ali na praia e voltar direto para o hotel seria muito fácil. Não, eu não treinei o ano inteiro para chegar até aqui e desistir. Como disse certa vez o Lance Armstrong: "a dor é temporária, desistir é para sempre". Em meio a estes pensamentos, ouvi vozes do público gritando incentivos como "Vai lá! Não desiste! Continua!". Olhei ao redor e não vi mais ninguém caminhando com dor que nem eu. Percebi então que aqueles incentivos eram para mim. E vindos de pessoas que eu nunca havia visto na vida. Porque eles estavam lá me incentivando, torcendo por mim? Nessa hora lembrei de minha família, minha namorada e meus amigos que com certeza também estavam torcendo por mim aonde quer que estivessem. Eu simplesmente não podia dizer para eles que havia desistido da corrida. Nesse momento avistei a placa do km32 junto com um posto de água. Respirei fundo e falei em voz alta: "Vamos lá!" E continuei a correr. Pude até ouvir gente comemorando.
Claro que meu ritmo a partir de então foi muito fraco. Eu estava fazendo em torno de 8min/km. Percebi que o grande problema era a desidratação. Quando avistava um posto de água eu me recuperava na hora, mas logo que sentia sede começava a quebrar e tinha que caminhar um pouco. Se o Galvão Bueno estivesse narrando minha epopeia, com certeza nessa hora ele diria: "A corrida se torna DRA-MÁ-TI-CA!" Cada quilômetro que eu superava era uma comemoração. Na quadra que liga Ipanema a Copacabana um corredor que também já estava exausto falou comigo. Também era sua primeira maratona, e ele também reclamava das dores. Mas seguia firme. Não continuei acompanhando-o pois ele estava em um ritmo mais forte que o meu. Ao passar pelo km37, já em Copacabana, eu completava as 4h30min que havia me proposto a fazer. E ainda faltava muito chão. Liguei para minha namorada para avisar que ainda ia demorar. E continuei em frente. Passei pelo km38: Falta menos do que os treinos mais curtos que costumo fazer durante a semana. Falta pouco agora! Cruzei o km39 no instante que fiz uma curva saindo de Copacabana e indo em direção ao fim da prova.
Abri minha água ao cruzar o km41. Era o último quilômetro, mas ainda não era possível ver a linha de chegada devido à grande curva que liga o Botafogo ao Aterro do Flamengo. Os fiscais da prova que por ali estavam avisavam que quando terminasse a curva já seria possível ver a linha de chegada. E quem disse que a curva terminava? Faltava menos de um quilômetro, mas aquela curva parecia ter uns 5. Foi então que ela terminou e avistei a placa com o km42. E logo à frente, mais precisamente 195 metros à frente, o pórtico com a chegada. Pouco após passar pela placa, quando já devia estar a uns 150 metros da chegada, ouvi meu nome. Olhei para o lado e vi minha namorada com um casal de amigos que moram no Rio e que foram ver minha chegada. Vibrei para eles e arranjei mais algumas energias para acelerar e finalmente cruzar a linha de chegada.
Fica aí portanto a foto da medalha da maratona. Não é a mais bonita da minha coleção, mas sem sombras de dúvidas foi a mais difícil de ser conquistada. O que faz com que ela tenha um gostinho muito especial. Pode ter certeza que vou guardá-la com o mesmo carinho com o qual espero lembrar-me dessa corrida por muitos e muitos anos. Obrigado a todos que me incentivaram, ajudaram e torceram por mim nesse dia (inclusive aos desconhecidos do Leblon). Essa medalha não teria sido possível sem vocês.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Map My Run - Junho 2013
E assim foi o mês de Junho, o último da minha preparação para o grande objetivo do ano: minha primeira maratona. O mês começou com uma breve recuperação de um treino longo realizado no final de Maio, para a seguir retomar o ritmo e culminar no treino do dia 15, no qual ultrapassei a marca dos 40km. Apesar do cansaço ao final do treino, ficou a sensação de que é sim possível completar uma maratona.
A dúvida reside agora sobre o que me aconteceu no final do mês. Pretendia fazer um treino de 20km no dia 22 e outro de 10km no dia 29; bem como treinos curtos no meio da última semana. Infelizemente foi acometido por um resfriado, com direito a dor de garganta, que me afastou dos treinos. Apenas ontem, já no mês de Julho, realizei um treino curto. O último antes da maratona, diga-se de passagem.
Com isso terminei o mês com "apenas" 84 km corridos. Mais do que minha média de treinos do ano passado, mas inferior à minha meta de 130 km para este mês.
Em todo caso, a maratona já está aí e pretendo voltar em breve para contar mais a história da mais uma suada medalha.
A dúvida reside agora sobre o que me aconteceu no final do mês. Pretendia fazer um treino de 20km no dia 22 e outro de 10km no dia 29; bem como treinos curtos no meio da última semana. Infelizemente foi acometido por um resfriado, com direito a dor de garganta, que me afastou dos treinos. Apenas ontem, já no mês de Julho, realizei um treino curto. O último antes da maratona, diga-se de passagem.
Com isso terminei o mês com "apenas" 84 km corridos. Mais do que minha média de treinos do ano passado, mas inferior à minha meta de 130 km para este mês.
Em todo caso, a maratona já está aí e pretendo voltar em breve para contar mais a história da mais uma suada medalha.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Map My Run - Maio 2013
No mês de Maio continuei os treinamentos visando à Maratona do Rio. Fiz alguns treinos curtos de meio de semana, nos quais realizei tiros e subidas. E dois mega longões de mais de 36km que duraram cerca de 4 horas cada um, para me acostumar com a distância.
Destaco também a Indy Run, realizada no dia 4 de maio, sobre a qual já escrevi. Fica um pouco claro que eu estava muito cansado nessa corrida e não consegui fazer um bom tempo. Não tive uma janela de recuperação muito grande entre um longão e essa corrida. Também tive que fazer uns treinos curtos na sequência devido à recuperação.
Para Junho devo realizar mais um longão na faixa dos 35-40km e finalizar a preparação para a Maratona. O grande dia está chegando.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
O final de semana da velocidade: Indy Run 2013
Mas calma aí, este blog não é sobre corridas de rua? O que a Fórmula Indy tem a ver com isso? A questão é que lá nos Estados Unidos é muito comum ver provas disputadas em circuitos de rua, como o caso dessa corrida em São Paulo. E lá também é comum que aproveitem a pista de rua para que, entre os treinos de sábado e a corrida de domingo, seja disputada uma corrida de rua no sábado à noite. Visto que as corridas de rua têm tido cada vez maior interesse no Brasil, os organizadores da prova decidiram trazer essa prática para cá. E com preços para lá de convidativos para aqueles que, assim como eu, decidiram unir o útil ao agradável e desfrutar dos dois eventos: Corrida de rua e Grande Prêmio.
A bem da verdade, apesar de ter ingresso para os treinos de sábado, acabei chegando ao autódromo apenas para a corrida de rua com largada prevista para as 19:00. Prevista, pois foi adiada em meia hora para que pudesse passar ao vivo no telejornal. Uma bola fora imensa dos organizadores: poderiam ter pensado nisso com alguma antecedência. Até porque já é a terceira vez que organizam essa corrida de rua aqui no Brasil. Realmente lamentável. Mas de qualquer modo, foi muito legal largar novamente no Sambódromo. Desta vez sem lasers nem fumaça como na última corrida noturna que participei. Muito pelo contrário: pendurado na grade logo antes do pórtico de largada e esbanjando simpatia ao cumprimentar os atletas que iniciavam a prova estava ninguém mais ninguém menos que Tony Kanaan, um dos brasileiros que atualmente corre na Indy. Claro que aproveitei a oportunidade para cumprimentá-lo também.
Pelo fato da corrida ser em um autódromo, que deve ser largo o suficiente para que alguns carros passem lado a lado, e também pelo fato de serem apenas 2200 corredores, a dispersão pós-largada foi das mais tranquilas que já vi. Logo saímos no Sambódromo e passamos pelo "S do Samba". Achei que nesse ponto muita gente iria desrespeitar as curvas, mas não foi o que aconteceu. Todo mundo respeitou as curvas. A seguir veio uma reta grande na Av. Olavo Fontoura. Ao final desta reta havia uma área de escape, e era possível ver as marcas de pneus no chão e sentir o cheio da borracha dos carros que chegaram a sair da pista por ali. Também foi interessante ver as mesmas marcas nas zebras, com muitos corredores tentando segui-las, subindo nas zebras e tudo mais. Uma verdadeira festa onde valia tudo.
Infelizmente logo após essa avenida a iluminação da pista era muito precária. A organização chegou a ligar os faróis de uma van para iluminar uma das pequenas retas ali do miolo. Tinha também um ponto de distribuição de água por ali. E logo em seguida iniciava-se a grande reta da Marginal Tietê, com mais de um quilômetro de extensão. Tão grande que nem era possível ver o final dela. Mal dava para ver o Sambódromo dali do começo da reta! Além de extensa, também muito larga: quatro faixas de trânsito para os atletas, que a essa altura já estavam muito dispersos. Muito legal também a experiência de correr na via local, enquanto os carros passavam pela via expressa, e poder ver ao longe algumas pontes conhecidas. Afinal de contas, essa deve ser a única corrida de rua que interdita a Marginal Tietê.
Cheguei ao Sambódromo para completar a primeira volta no momento em que anunciavam que os líderes se aproximavam para fechar a prova. Passei pelo tapete com algo em torno de 22 minutos. Mas os líderes ainda nem haviam terminado a Marginal nessa hora. Depois disso veio a segunda volta. Menos interessante que a primeira, como é normal em toda corrida com mais de uma volta no mesmo percurso. Até que comecei a me preocupar com o tempo. Mas visto que no meio daquela semana eu havia realizado um treino muito longo de preparação para a maratona, percebi que o corpo começou a cobrar seu preço. Sentia vontade de acelerar, mas o corpo simplesmente não respondia da mesma forma. E com uma pista larga daquelas não teria absolutamente nenhum problema em desviar de ninguém. O maior limitante era de fato eu mesmo. Completei a prova extenuado com 43 minutos e 14 segundos. Feliz por ter dado o máximo que eu podia, mas triste por saber que poderia ter sido melhor se não fosse o cansaço.
Mas tudo bem, o importante foi ter participado de mais uma corrida. E como ninguém é de ferro, domingo retornei ao autódromo para acompanhar a São Paulo Indy 300. Diferentemente da Fórmula 1 o som dos carros não chega a incomodar tanto os ouvidos, talvez por terem um som menos agudo. Muito legal ver a largada lançada e emocionante vibrar com as ultrapassagens. Principalmente pelo fato de o brasileiro Tony Kanaan ter liderado boa parte da prova. Infelizmente ele teve um problema com o cálculo do combustível e ficou de fora da briga pela corrida devido a uma pane seca. O público também vibrou quando Will Power, que havia vencido em São Paulo nas 3 edições já realizadas, abandonou. E a chegada foi simplesmente espetacular, com o canadense James Hinchcliffe ultrapassando o japonês Takuma Sato na última curva da corrida! Realmente emocionante.
Agora é hora de voltar aos treinos e focar no grande objetivo do ano: a maratona do Rio de Janeiro. Segue a foto da medalha!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Map My Run - Abril 2013
No mês de abril acabei correndo praticamente a mesma distância do mês de Março. Não fiz nenhum treino de mais de 30km: meus longões ficaram na faixa dos 25km. Mas mesmo assim eu gostei do desempenho, principalmente porque consegui impor um bom ritmo (média levemente superior a 10km/h) nestes dois treinos. Isso sem falar que não fiquei completamente exaurido após estes treinos. Sinal de que meu corpo já se acostumou com essa distância.
Deixei o treino superior a 30km para o feriado do primeiro de maio. Mas justamente por isso vou deixar para comentar deste treino no próximo post. Ou melhor, daqui a dois posts, pois neste final de semana agora vou participar da Indy Run e pretendo escrever sobre essa prova antes do fim do mês.
Faltam 2 meses para a Maratona do Rio de Janeiro.
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